Meu melhor amigo: como adotei o cachorrinho Tony


Há tempos pensava em ter um cachorrinho, mas lá em casa meu marido Rodolfo não era muito fã e todas as pessoas ao meu redor diziam que era horrível ter um cachorro em apartamento. Ficava inconformada.

Até que um dia, andando por um shopping na zona sul do Rio, um quiosque de produtos caninos me chamou atenção. Me aproximei quando a vendedora me perguntou qual seria a raça do meu cachorro. Eu disse que não possuía um porque morava em apartamento. Foi então que ela me mostrou o lulu da pomerânia (spitz, em alemão, que significa anão) e o famoso Boo, animal celebridade na web. Fiquei apaixonada, sonhando.

Mas ele é tão caro, descobri. Claro, não parava de falar sobre o cachorro em casa, já até tinha pensado sobre qual seria a cor: caramelo… Rodolfo escutava, mas me lembrava do preço.

Até que um dia, conversando com uma colega de trabalho dele, disse que eu não parava de falar de um cachorro de uma raça conhecida como lulu da pomerânia. Foi quando ela imediatamente exclamou:

— Lulu? Eu tenho um em casa! E quero doar!

Ele, não acreditando e tentando dificultar um pouco, ponderou:

— Mas ela quer caramelo. É muito específico…

Ela reagiu:

— É caramelo, tem dez meses e se chama Tony! Liga para ela, agora! Prefiro que vocês fiquem, porque lá em casa as crianças já não têm mais tempo para brincar e passear com ele…

Quando ele me contava toda a história, eu não acreditava, queria logo conhecer e não parava de sorrir. Na mesma semana fui conhecê-lo e combinar o dia em que poderia pegá-lo. Rodolfo tremia de medo (agora é só chamego, é apaixonado).

Logo, marcamos o veterinário e adaptamos a nossa casa, com rede de proteção, cantinho para as necessidades, brinquedinhos (dos quais ele não gosta de nenhum), quitutes (ama todos).  Também tivemos que aprender a lidar com as mudanças na rotina para garantir seu adestramento, alimentação, passeios, banhos, cuidados com a higiene e saúde etc.

Portanto, para ter um bichinho, não basta só gostar, é necessário adaptar sua vida para acolher um animal de estimação. Já que falei tanto neste post, o próximo será uma entrevista bem bacana com a médica veterinária Vivian Lage, que acompanhou todo o processo do Tony. Ela tirará dúvidas sobre como escolher um animal de estimação e também contará sobre lugares confiáveis onde comprar ou adotar um animal de forma consciente.

Pode ter certeza, você terá sensações maravilhosas (confira o infográfico). E você, sonha em ter um bichinho? Já passou pelo processo de adaptação da rotina? Deixe seu palpite nos comentários. 

 

Roberta Sa

administradora e, agora, estudante de jornalismo, carioca, mãe do cãozinho Tony, adora tecnologia e design, nossa morena lisa depois da chapinha, e, claro, palpiteira.

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1 comentário

  • Eliezer
    15 de junho de 2017 at 15:39

    Não compre, adote!

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