5 documentários no Netflix que você deveria assistir


 

Nesta semana resolvi garimpar documentários no Netflix, já que não gostei muito das opções de filmes no cinema, exceto, é claro, Mulher-Maravilha e Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar, que já havia comentado aqui no blog.

Dentre muitas boas opções, segue aquilo que mais me chamou a atenção nestes dias:

#1 – Os Capacetes Brancos

Duração: 40 min

Vencedor do Oscar de melhor documentário curta-metragem em 2017, retrata um grupo de voluntários que recebem treinamento para atuarem como paramédicos e seguir em busca de sobreviventes nas zonas que estão sendo devastadas pelos bombardeios na Síria.

 

#2 – Laerte-se

Duração: 1h 40 min

Documentário brasileiro, tem como protagonista uma das maiores cartunistas do Brasil, Laerte. Depois de quase 60 anos como homem, a cartunista expõe seus pensamentos, sua identidade de mulher transgênero e discute a própria questão em si, bem como os impactos dessa transformação em sua arte.

 

A transição do personagem Hugo para Muriel, cartunista Laerte.

 

 

#3- Extremis

Duração: 24 min

Esse breve e reflexivo documentário discute a dor dos indivíduos que têm entes queridos em estado terminal e como é difícil para pacientes, familiares e profissionais de saúde quando se deparam com decisões sobre esse extremo, que é o fim da vida.

 

#4 – A 13ª Emenda

Duração: 1h 40 min

“Os EUA abrigam 5% da população mundial, mas 25% dos prisioneiros do mundo. Pensem nisso!”. Diante desse desafio lançado pelo ex-presidente norte-americano Barack Obama, o documentário discute a criminalização da população negra, sendo que o título guarda certa conotação sarcástica, já que a 13ª Emenda aboliu a escravidão nos Estados Unidos.

 

#5 – Saving Banksy

Duração: 1h 8min

Com base nas obras do grafiteiro Banksy, esse documentário mostra como alguns pintores de rua, antes considerados vândalos pela sociedade,  têm suas obras transformadas em um negócio lucrativo não autorizado pelos artistas. A partir disso, discutem-se as consequências da apropriação da arte de rua pelo mercado e seu significado para o movimento de contracultura urbana.

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Roberta Sa

administradora e, agora, estudante de jornalismo, carioca, mãe do cãozinho Tony, adora tecnologia e design, nossa morena lisa depois da chapinha, e, claro, palpiteira.

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